Chamar a DEUS de PAI não retira o temor pela sua Santidade – Márcio Massoxi

Enquanto viajava para o Lubango, durante o trajecto, senti a expiração, peguei no computador e comecei logo a escrever, foi a canção que me levou mais tempo a encontrar uma melodia exacta

O cine São Paulo foi pequeno para o número de pessoas que esteve presente, mas a organização lamentou o facto das difíceis condições da sala que não possui ar climatizado nem ventilação suficiente.

Gloriosa Supremacia é mais do que o tema do concerto, é o título de uma das músicas do grupo e uma revelação que DEUS deu, segundo o líder da Banda AO SOM DA GRAÇA, Márcio Massoxi.

 “Enquanto viajava para o Lubango, durante o trajecto, senti a expiração, peguei no computador e comecei logo a escrever, foi a canção que me levou mais tempo a encontrar uma melodia exacta”. O líder avançou ainda, que setenta porcento das músicas cantadas no concerto eram novas, mas nem por isso o público ficou parado.

Márcio Massoxi acrescentou ainda que DEUS não se torna mais poderoso a medida que compreendemos isso, queremos fazer as pessoas compreender que mesmo antes de conseguirmos perceber isso ELE sempre foi desde a eternidade muito poderoso.

Nós precisamos manter esse temor, Ele é Santo e poderoso muito antes de sabermos disso.

“Queríamos colocar no coração das pessoas a percepção de que DEUS é SUPREMO mesmo antes de o reconhecermos como filhos, porque ao longo do tempo muitas coisas foram sendo descentralizadas, as pessoas se esqueceram que o facto de o chamarmos de ABA ou PAPAI não retira a sua Supremacia nem a sua Santidade”.

Ana Panzo, vocalista do grupo, considerou que esta sexta edição do concerto “AO SOM DA GRAÇA” foi preparada a um ano e tudo para que as pessoas fossem edificadas. “Queremos sempre que as pessoas se encontrem em DEUS”.

A cantora confidenciou a Revista Supremo que o primeiro álbum da banda terá como título “Eu amo a JESUS” e será lançado nos primeiros meses do próximo ano se DEUS quiser.

Adérito Java, membro da organização garantiu que com mais dinheiro se faria algo melhor, “A nossa perspectiva era o Cine Atlântico, mas não temos apoio de ninguém, fizemos o possível para que o concerto se realizasse”. Adérito Java confessou que mais de metade dos membros da banda não trabalha o que requereu muitos sacrifícios de todos.

“Todos se doaram de coração por amor a DEUS e a obra, nós gastamos no mínimo um milhão e quinhentos mil quanzas e sem ajuda de ninguém é possível imaginar rematou Java.

Reportagem: José Kundy

Foto: Kelvin Cardoso

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